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domingo, 13 de janeiro de 2013

História dos Clássicos - FC Porto, sagra-se campeão em 1939 em jogo polémico frente ao Benfica

Jogo lendário
  1939
FC Porto 3 - 3 Benfica
 Campo da Constituição (Porto)

FC Porto: Soares dos Reis, Guilhar, Pocas, Carlos Pereira, Sacadura, Reboredo, Carlos Nunes, António Santos, Costuras, "Pinga" e Lopes Carneiro.

Benfica: Martins, Vieira, Gustavao, Gaspar, Albino e Francisco Ferreira, Barbosa, Rogério, Espírito Santo, Brito e Valadas.

Fig.1 - Golo anulado ao Benfica no último minuto de jogo.
Na constituição, Benfica e FC Porto disputavam o título de campeão da Liga. Jogava-se a última jornada e o FC Porto era líder com mais um ponto, estando o Benfica obrigado a vencer para se sagrar campeão nacional.  Na realidade, o FC Porto esteve sempre na frente do marcador, reagindo sempre sem demora a equipa encarnada, para restabelecer a igualdade no marcador. O golo, que seria o da vitória surgiu no último minuto, mas foi anulado pelo árbitro, alegando que Brito tinha agarrado Sacadura antes de meter a bola no fundo das redes de Soares dos Reis. Protestaram os benfiquistas, que se serviram de uma foto publicada pela Stadium para provar que o alegado prevaricador não tinha ninguém perto dele no lance e organizaram mesmo um festival de homenagem à equipa.





quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Taça Intercontinental 1987, o nevão que não congelou o Dragão


A 13 de Dezembro de 1987, o FC Porto bateu o Penãrol, por 2-1, e levantou a primeira Taça Intercontinental do seu historial, num jogo marcado pelo forte nevão que caiu sobre Tóquio e que transformou o jogo numa verdadeira batalha. Um golo de Madjer, já no prolongamento, selou o triunfo dos azuis-e-brancos, numa equipa onde pontificavam nomes como Fernando Gomes, Sousa, João Pinto, entre outros.




 
 
No final dos 90 minutos registava-se uma igualdade a um golo, graças aos tentos de Fernando Gomes, para os portistas, e Vieira que empatou para os uruguaios já perto do final do jogo. Foi preciso recorrer ao prolongamento para se encontrar o vencedor, e aí surgiu Madjer, que com um chapéu ao guardião Eduardo Pereira, ofereceu a Taça Intercontinental ao FC Porto, naquela que foi uma das vitórias mais emblemáticas do clube e do futebol português.
 
 


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Euro-2004, a seleção que nos fez sonhar


 
Na primeira votação promovida no blog, sobre qual a seleção portuguesa de futebol que mais gostou de ver jogar, a vitória sorriu à equipa do Euro-2004.
A equipa de Scolari e das bandeiras nas janelas, uniu o país à sua volta como nunca antes visto, e fez-nos acreditar que era possível ganhar pela primeira vez uma grande competição.
Do céu ao inferno, assim foi depois do golo de Charisteas, que roubou o título a uma equipa que contava com jogadores como Figo, Rui Costa, Fernando Couto e um jovem que começava a dar nas vistas, Cristiano Ronaldo. Apesar da derrota na final, ficará para sempre nas nossas memórias, aqueles dois jogos diante de Espanha e Inglaterra, sem dúvida os mais emocionantes daquele fabuloso Europeu organizado por Portugal. Um Europeu que muitos duvidavam que fosse possível organizar por um país como o nosso.
Das restantes opções de voto, a seleção de 2000, orientada por Humberto Coelho, ficou na 2ª posição, enquanto as equipas de 2012 e do Mundial 2006 ficaram na 3ª e 4ª posição, respetivamente. Muito obrigado a todos pela participação e em breve teremos mais novidades.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mundial de 1930 - A primeira bola.


Foi em 1930, que o sonho de Jules Rimet se tornou realidade. 
A FIFA, então presidida por Rimet, ia organizar o primeiro Campeonato do mundo de futebol. O anfitrião foi o Uruguai, escolhido por ser o campeão olímpico em título e porque comemorava os 100 anos da sua independência.
Para esta primeira edição a bola escolhida foi a Modelo-T, (também havia o modelo argentino, Tiento, usado em alguns jogos), que ficou conhecida como “a bola dos golos dolorosos”, devido ao seu excessivo peso, que obrigava os jogadores a usar boina para que a dor  fosse menor quando a cabeceavam. Caracterizava-se por ser uma bola de trapo marrão escura, com gomos retangulares e costurados pelo exterior.
A final do torneio ficou marcada por um episódio envolvendo a bola, pois tanto uruguaios como argentinos queriam jogar com o seu próprio modelo (o modelo argentino era ligeiramente menor e mais leve). A solução passou por jogar cada parte do jogo com uma bola diferente. No final o Uruguai venceu por 4-2, conquistando o primeiro campeonato do mundo de futebol.